Será que terraço protege lavoura?

Publicado em 30 de maio de 2019

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Essa imagem é Caxambu do Sul. A prática do terraceamento preserva aspectos químicos e físicos do solo, evita perdas de partículas, agregados de solo e nutrientes que, ao não se infiltrarem, escorrem superficialmente. “Isso derruba a produtividade, ou seja, é perda de dinheiro para o produtor”, alerta Luan Junior Reichert, técnico Alfa local, “sem contar o assoreamento de rios e mananciais”.

A Cooperalfa, em parceria com Epagri, Embrapa e Bayer, ainda no mês de março de 2019 iniciou a construção dos terraços em Caxambu do Sul, estudos viabilizados em seminário que envolveu mais de 100 produtores. Foi escolhido o terracemaneto por volume de enxurrada, que leva em consideração o volume de água que está infiltrando, a declividade e a precipitação nos últimos 20 anos. ”Esse cálculo determina o tipo e formato do terraço, que pode ter durabilidade de até 20 anos, bastando mínimas manutenções”.

(Assessoria de Imprensa Alfa)




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